Agora que as coisas já se tornaram visíveis,
posso enxergá-las com maior clareza.
Tua casa tão vazia de ti,
Teu corpo tão sozinho, e tua armadura
tão lustrada.
Não me faz falta olhar para aquele mar,
embora fosse tão bonito e indescritível.
O que era belo nele foi se diluindo
com a tua ausência nas cores e nas ondas
que ele me apresentava.
Você não é mais aquele mar,
nunca foi.
Talvez a areia com pegadas
ainda permaneça, mas as pegadas
eram somente tuas.
E o destino?
para longe,
para dentro de ti.
[VG ]

Nenhum comentário:
Postar um comentário